Troca de Comando na SEAP, e, mudança de Postura de outros!
Patronal ou Trabalhista?
Historicamente é para frente que se anda, claro que há exceções, entre elas, o caranguejo, como não falaremos sobre este crustáceo, vamos ao assunto: Em toda categoria profissional sempre encontraremos bons quadros nos servidores da ativa, é cada vez mais elevado o nível de qualificação e exigência para a ocupação dos quadros públicos e, o preparo hoje é uma realidade. Partindo desta premissa podemos afirmar que na SEAP nem sempre uma premissa verdadeira te levará a uma conclusão lógica, tudo que se refere ao Sistema Penal do Rio de janeiro é uma terra sem lei.
Um argumento válido não pode ter premissa
verdadeira e uma conclusão falsa.Complicado, Samba do crioulo doido, mas, lembre-se, falamos de SEAP, sim nossa casa, onde
esperneamos com a assunção de coronéis (um erro), mas não nos manifestamos
quando em uma cadeira operacional vão buscar um aposentado para ocupa-la,
quando o correto seria buscar entre os quadros do presente, um servidor apto
para esta cadeira, não que estejamos a desmerecer nossos inativos, por favor,
não me venham os gaiatos com esta bandeira, falamos de valorização dos quadros
na ativa, assim é na vida, lembrem-se do inicio do texto “É para frente que se anda!
Pois bem, falamos ate agora em silogismo,
raciocínio dedutivo e estruturado, na busca da valorização e ascensão dos
servidores na ativa, que buscam com suas especializações e formação ascenderem a
cargos cada vez mais complexos, mas o que deve nos causar espanto assim como a
ocupação destes cargos por coronéis, nos põe vendas nos olhos e torna se um
assunto proibido.
Quando se vai ao passado buscar quadro para
preenchimento de cargos, é sinalizar como se só houvesse incompetentes no
presente, porem o pior esta por vir, estamos diante de uma situação kafkniana(Ambiente
de pesadelo, de irrealidade, de angústia e de absurdo) quando assistimos
membros do sindicato ocuparem cadeiras patronais !
Sim
companheiros, há pouco tempo uma situação (guardada as devidas proporções) nos
causou arrepio, um parlamentar preso após ter sua soltura voltou a ocupar sua
cadeira parlamentar e admitiu em seu gabinete dois Policiais Penais, muitos se
escandalizaram , alegando que ilegal não seria, porem eticamente deixava a
desejar.
Imagine a
situação, um diretor sindical pulou o muro, e foi sentar em uma cadeira de
representação patronal. No caso de uma suposta greve, seria a primeira que
sofrer as consequências, a cadeira que
movimenta todas as unidades prisionais. Em um pais serio, seria um escândalo
entre a categoria, este servidor foi eleito para nos representar , não para
virar patronal, uma atitude assim como a outra se não ilegal no mínimo dúbia,
passível de críticas.
Pois bem, esta
é a moral da história, "na SEAP e no Sindicato tudo é permitido", o que antes era
oposição vira situação e vice versa, deixo uma pergunta? Caso façamos greve o
ex Diretor do sindicato hoje patrão pedira que assumamos ou nos punira? Cortara
nossas cabeças ou nos preservara? Ou no tabuleiro do xadrez uma hipótese pior,
foi posto lá para sufocar qualquer possiblidade de GREVE.
Não desejamos
tecer teoria da conspiração, mas lembremos que assim que o Atual ou Ex nunca se
sabe, secretario da SEAP Cel. Azevedo assumiu, o sindicato de pronto foi ao M.P
acusa-lo de improbidade administrativa, e agora nos causa estranheza sabermos
que o possível próximo secretario a assumir a pasta, o também Cel. PM esteja denunciado também pelo (MPRJ. 2019.00920988) , mas, o silencio ensurdecedor do
Sindicato dos Servidores da Secretaria de Justiça fere os ouvidos, proclame, denuncie,
melhor, peça que todos os que respeitam nosso desejo de assunção de um Policial
Penal entreguem o cargo, inclusive o
atual ou ex sei lá diretor que assumiu uma cadeira de patrão como Sub
Secretaria de Gestão Operacional da SEAP- RJ.
Mas o que é, para que serve um sindicato PELEGO e subserviente ao patrão, quando e onde surgiu?
Surgiu no tempo do Estado Novo, quando o Vargas criou as leis trabalhistas e a organização sindical. Um sindicalista pelêgo é aquele que finge representar a classe operária, mas na verdade manipula essa massa em nome dos patrões, representando na verdade esses. Ele "amacia" os trabalhadores para o patrão. Pelego é um pano que se coloca sobre o cavalo e embaixo da sela, amaciando o "contrato" dessa com o animal.
