Guerra de quadrilhas pode prejudicar o texto da emenda que cria a policia penal do Rio


Lutando pela classe ou fazendo politica partidária
Foto Lançamento de candidatura Max Lemos a prefeito de Nova Iguaçu

Rio - Nos últimos acontecimentos da SEAP, nota se claramente que, um grupo se levanta para derrubar outro que está a frente do comando, porém, não o fazem de forma transparente, como "aves de rapinas", propagam informações inverídicas, neste mundo de fake news, que se alastram à velocidade da luz e se tornam verdades quase que absolutas. Sabemos que não há inocentes neste cenário, longe de mim defender qualquer um dos lados, entretanto, vamos somente trazer a luz, aos policias penais do meu estado e do Brasil, para uma reflexão. Esta guerra não é nossa, não estamos lutando para a ascensão de um Servidor de Carreira ao posto máximo de nossa polícia penal, mas sim pela policia penal, entretanto, o que assistimos, é uma guerra com ataques constantes de um grupo que foi retirado do poder, por diversas ilegalidades, escândalos de corrupção e favorecimentos dos mais diversos ao preso Sérgio Cabral Filho, fraudes em cantinas, fabrica clandestina de gelo, dentro do presídio Esmeraldino Bandeira, funcionários fantasmas, dentre outros, motivos pelos quais o Ministério Público do estado do Rio de Janeiro, requereu o afastamento de todos os principais mandatários, e abertura de processo civil público de improbidade administrativa com um farto conjunto de provas.

Este mesmo grupo, vem se utilizando de uma pauta do interesse da categoria de Policiais Penais do estado, para fins escuso,  usam indevidamente de forma criminosa toda uma categoria, através de sua entidade de classe aparelhada. Isto sim nos diz respeito, tentam dar um ar institucional a toda esta artimanha em conluio com o braço "pelego sindical" que usa a categoria como massa de manobra, como se estivessem em um tabuleiro de xadrez pensam que todos os Policiais Penais sejam peões deste jogo e tentam nos sacrificar para alcançarem seus objetivos.
Para melhor entender este jogo: Assim que o Atual Secretário (Coronel Alexandre de Azevedo) assumiu o posto, o "SINDVERGONHA" ingressou com uma petição no Ministério público acusando-o de improbidade, a celebre tática de criar dificuldades para vender facilidades, esta Diretoria já vivia sob a mira MPERJ, e denuncias de funcionários fantasmas, afinal, viviam escondidos no Setor de R.H por benevolência do antigo secretario, e também Coronel, o Senhor: Erir Ribeiro, do qual eram fiéis escudeiros.
Quando assumiu a pasta o atual secretário determinou ao SEAP/RH para que todos os atuais diretores do sindicato que viviam como fantasmas, fossem lotados em unidades prisionais por estarem de forma irregular sem trabalharem. Isto foi o estopim, e determinante para que começassem a fazer oposição, não com o intuito de elevar um Policial Penal ao Cargo, mas simplesmente trocar por outro grupo que pudessem lhes beneficiar com o arquivamento do processo administrativo, que apura irregularidade no afastamento sem o devido processo legal, como determinado por lei, processo este que pode culminar inclusive com a demissão de todos se apurado com imparcialidade.

Recentemente convocaram a categoria para uma manifestação na ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) com o fito de ser a favor da luta de nossa PEC, criaram todo um clamor, aproveitaram o anseio de nossa categoria quanto a aprovação, mas tinha como pano de fundo a tentativa de derrubada do Secretário, pois a faixa com mais destaque nas fotografias tiradas para postagem, era a que pedia, “FORA AZEVEDO” e pouquíssimas sobre a aprovação da PEC, O embrólio seria uma nova PEC, que supostamente seria de autoria da Secretaria, entretanto tive acesso ao relatório afirmando que nenhuma proposta da secretaria seria acatada, pois induzia a impossibilitar a terceirização dos serviços de exclusividade de policiais penais, assim, ficou claro que ambas as PECs, tanto a 32/2019 quanto 47/2020, nasceram das entranhas desta conspiração contra a policia Penal do estado do Rio, são soldados do Pastor Everaldo e seu projeto de devorar as verbas destinadas ao sistema penitenciário fluminense  são eles os idealizadores das duas PEC’s, botaram um bode na sala e criaram um fato politico para planearem os seus objetivos. Hoje o que vemos é a briga de um grupo que age nas sombras usando um braço “sindical patronal” na disputa do poder, não podemos ser ingênuos e nos deixar levar como massa de manobra, lugar de denúncias é no Ministério Público, não em redes sociais, devemos crescer e aprender a jogar este jogo, a troca de comando só nos beneficiaria se a pasta fosse ocupada por um Servidor Público de Carreira, não sendo assim, suspeite das reais intenções dos que tentam e vivem de manobras, suspeitem de suas verdadeiras intenções, que nada mais é do que botar um bode na sala, para no final deixar brechas para terceirização.

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