Grupo Politico ligado ao Sindivergonha, vem alimentando o SBT com informações furadas, com objetivos politicos e de cunho pessoal
Rio - Na ultima terça-feira, 22/09/2020, uma equipe do SBT RIO se instalou em frente ao complexo de presídios em Niterói, no bairro do Fonseca, para denunciar o superfaturamento na alimentação de presos e servidores, a jornalista Branca e sua Equipe do SBT, nos informou que se tratava de uma denuncia realizada pelo Sindicato presidido pelo servidor Gutembergue Lúcio de Oliveira, e, que ele havia denunciado que o servidor comia a mesma quentinha do preso, e que a alimentação era super faturada, entretanto, Gutembergue não informou que ele e toda a central do Brasiil recebem vale alimentação, inclusive ele e sua diretoria que recebem auxilio alimentação e auxilio transporte, sem se que trabalhar em unidade prisional, Gutembergue também não informou que; apesar de alimentação não ser de boa qualidade, mas não é de agora, pois em tempos negros de Cesar Rubens e Erir Ribeiro, a alimentação era ainda pior e superfaturada, o que não é o caso, não na unidade onde ele indicou para equipe do SBT FAZER A REPORTAGEM, onde as quatros refeições não chegam a $9,00 (nove reais) por pessoa.
Nós pesquisamos nas unidades prisionais, e em nenhuma delas tivemos a informação de que o senhor Gutembergue tenha ido consultar servidores e ou chefe da Administração para saber sobre a qualidade e os valores pagos por ela.
A
trinta dias atrás o Senhor Gutembergue organizou um ato de fora Azevedo na
ALERJ, sobre o pretexto de ser defensor da Policia Penal, acusando inclusive a
secretaria de ser a responsável pela PEC 47/2020, entretanto, em relatório da assessoria
jurídica do deputado Max Lemos, afirma
que a proposta da Secretaria não fora acolhida por impedir que as funções da
Policia Penal venha a ser terceirizado.
Gutembergue e seu grupo politico insistem na guerra, para
tirar um grupo, para introduzir o seu grupo de interesses políticos, e
pior, o grupo que defende a terceirização de cargos essenciais e privativo de
Policial Penal, além de sonhar ver arquivado o seu processo que apura
abandono de serviço por toda sua diretoria, que por três anos ficaram de forma
irregular sem comparecer ao setor onde estavam supostamente lotados.


