Se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, desconfie!




Jabuti não sobe em árvores. Se você encontrar um, ou muitos, pode saber que alguém o colocou lá.

No setor de recursos humanos, na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, muitos jabutis passaram por aquele setor da administração pública que além de pessoas despreparadas para ocupar determinados cargos ou fazerem determinadas tarefas (alguns dos jabutis), descobrimos que alguns eram apenas jabutis, não desenvolviam qualquer função ou tarefa de interesse público naquele setor já tão inchado.
Pois bem, o senhor Gutembergue Lúcio de Oliveira, presidente do Sindicato dos Servidores da Secretaria de justiça do Estado do Rio de Janeiro, se revelou como entendedor deste animal (jabuti), virou perito em jabuti, pois constantemente vem se dirigindo aos profissionais da área técnica, como “Jabutis” e outras aberrações, como corcundas ou pessoas com deformidade física, usando inclusive um conhecido personagem da literatura francesa com deformidade física, O "Corcunda de Notre-Dame" foi publicada por Victor Hugo em março de 1831. Considerado o maior romance histórico do autor, o livro foi um de seus grandes sucessos, traduzido para vários idiomas e circulando por toda a Europa. Mas a comparação do senhor Gutembergue nada tem à ver com a literatura, mas sim pelo fato de que ele e toda sua diretoria, terem figurado como um dos mais autênticos dos jabutis no que se refere a metáfora que conduz o texto, particularmente, na gestão do ex-secretário Erir Ribeiro, sim, jabutis, embora o Ministério Público apure o caso como sendo de funcionários fantasma lotados no setor de RH da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro , Gutembergue e quase toda diretoria, foram lotados ficticiamente no setor de RH, entretanto jamais compareciam para o serviço, conforme apura o Ministério Público, uma em partícula, a sua assessora de comunicação, a servidora Elisete Rosa, era contratada da entidade privada, trabalhava de segunda a sexta- feira para a entidade sindical, embora deveria estar cumprindo seu expediente  na ASCOM, sim, na ASCOM, considerando que a senhora Elisete não fazia parte da diretoria eleita em 2015 no sindicato dos servidores da Secretaria de Estado de Justiça, a qual o senhor Gutembergue respondia pela presidência, todos sem exceção, não cumpriram por no mínimo 36 meses as suas atividade funcionais no estado , pela quais foram pagas e além do mais receberam pró- labore do sindicato,
sem a devida concessão do afastamento para cumprimento de mandado sindical.
mas segundo um de seus próprios membros da diretoria, Erir Ribeiro, teria dispensado todos eles, para não exercerem as funções, para as quais prestaram concurso público. Foram colocados no mais alto topo da árvore pelo ex-secretário Erir Ribeiro da Costa Filho... Talvez esta seja a maior experiencia do senhor Gutembergue com o animal(jabuti)
Se dirigir a um grupo de servidores concursados de forma tão vil, é no mínimo vergonhoso, os servidores da área técnica, não exercem e não serão Policiais Penais jamais, dentro de um organograma que defina a função  policial, assim como nunca foram agente penitenciário, embora todos fizeram concurso e foram investidos no cargo, sim, todos tem ato de investidura, entretanto desenvolvem a função técnica, que faça parte ou não do quadro, sempre existirão dentro do sistema prisional, sempre haverá enfermeiro, dentista, psicólogo, assistente social, médicos, radiologista etc.. A grande diferença é que será gerido por nós Policiais Penais, ou por alguma OS que estará em nossos meios e chefiados por alguma laranja de políticos corruptos e nos dando ordem e até mesmo nos imputando responsabilidades por suas incompetências,  sim, é o que se desenha e no que se refere ao comportamento do senhor Gutembergue, que chama os servidores concursados de jabutis, mas na verdade faz parte do maior número de jabutis colocados no SEAP-RH da SEAP-RJ,


Procurado pela TPnews, o Coronel Erir Ribeiro afirmou nunca ter deferido o afastamento de nenhum membro da diretoria do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Justiça no que se refere ao processo E-21/070.47/2016, logo caberá a atual administração apurar o abandono de serviço por parte dos jabutis ...
O que me causa estranheza é o fato de que O Ministério público solicitar que seja enviado o inteiro teor  do processo E-21/070-47/2016, que solicita a licença sindical e o setor de RH, vem postergando e não envia, assim como o MPERJ requerer junto a Corregedoria cópia do procedimento administrativo disciplinar, que também não teve seu pedido atendido até o momento.



A quem pertence este jabuti?


Requerimento de licença sindical não deferido







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