Defesa de Queiroz deu tiro certo



A defesa de Fabrício Queiroz poderia ter recorrido contra a prisão do seu cliente desde o dia 18 de junho, quando o faz-tudo dos Bolsonaro foi encarcerado. Preferiu esperar pelo início do recesso do Judiciário, em 2 de julho, para atravessar um habeas corpus tóxico na mesa do presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, um magistrado com quem Jair Bolsonaro diz manter uma relação especial. "Foi amor à primeira vista", disse o capitão, em abril.
Se fosse protocolado antes do recesso, o pedido de liminar cairia nas mãos de Félix Fischer. Relator da Lava Jato e do caso da rachadinha na Quinta turma do STJ, Fischer é um magistrado temido por onze em cada dez réus. No plantão, a encrenca deslizou para o colo de Noronha, cuja decisão será posteriormente submetida a Fischer e à turma.

Mensagens populares deste blogue

Bolsonaro diz que Forças Armadas podem ir às ruas para 'acabar com covardia de toque de recolher'

CORRUPÇÃO NA CHEFIA DA "C.O.R.E", E ACORDOS COM O TRÁFICO, SÃO VERDADEIROS RESPONSAVEIS POR MORTES DE AGENTE DE SEGURANÇA DO ESTADO

Operação Iscariote prende mais um traficante travestido na pele de policial penal