Empresa de Segurança e entidade Sindical tem seus componentes envolvidos em processo de caça aos fantasmas na SEAPRJ
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense já
identificou uma parte do grupo de cerca de 30 assaltantes que invadiram um
depósito de mercadorias em Duque de Caxias. O crime ocorreu na madrugada da
última segunda-feira. Na ação, um vigilante foi morto e outros dois ficaram
gravemente feridos. Os vigilantes prestavam serviço para empresa de segurança
“Arion Vigilância e Segurança Ltda”.
A TP News Online identificou que um dos donos da empresa de
segurança contratada pelo depósito de eletroeletrônicos do grupo Pão de açúcar, vítima do assalto, trata-se do
Inspetor de Segurança e Administração Penitenciária Jorge Otero, que já
responde por abandono de serviço na Secretaria de Estado de Administração
Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Otero não é o único agente da
secretaria suspeito ser funcionário fantasma, na ultima segunda-feira, o RJTV
identificou o servidor Rafael Régis como funcionário fantasma na Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Rafael foi monitorado por jornalistas
da TV Globo RJ, flagrou Rafael Régis na academia em pleno horário de expediente funcional.
A SEAP instaurou processo administrativo disciplinar SEI
nº21002/000358/2020, para apurar faltas não justificadas correspondente à 36 (trinta e seis)
meses dos diretores do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Justiça do
Estado do Rio de Janeiro, são eles; Odonclei da Silva Boecht, Onildo José Pereira filho,
Marcos Ferreira de Lima, Judison Bernardo de Souza, João Raimundo do
Nascimento, Jorge Luiz da Silva, Julio Cesar Soares e Lindinaldo Moraes dos
Santos, entretanto, a lista de servidores investigados como fantasmas pelo
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, é ainda maior, no que refere-se
ao processo a cima citado, são os servidores Gutembergue Lúcio de Oliveira e
Elisete Rosa Henriques, contudo, Gutembergue e Elisete, estranhamente, não
foram inserido no processo que apura trinta e seis meses de falta, embora ambos
encontravam na mesma situação de possível irregularidades apurada no processo
administrativo disciplinar SEAP/IA, uma fonte no primeiro escalão, entrou em contato com a nossa
redação e, revelou que Elisete teria chantageado autoridades do setor de RH,
caso fosse prejudicada, Elisete teria alegado que sustenta a filha que é mãe solteira e um neto depende dela e do seu emprego, segundo a fonte, caso fosse prejudicada, denunciaria inúmeros
fantasmas escondidos pela SEAP-RH, dentre eles, o mais citado foi o caso de um
servidor conhecido como Hungria, que atuaria na câmara de São João de Meriti e que nunca teria comparecido para prestar serviço na
secretaria, assim como outra servidora que reside em São Paulo, entretanto abriu mão de seu salário para que suas faltas fossem abonadas pelo RH, segundo
nossa fonte, este seria o motivo de Eliste Rosa Henrique ficar de fora do
processo que irá apurar de 36 (trinta e seis) meses de falta, período em que prestou serviço de
assessora de comunicação para entidade sindical, em sua sede na rua 13 de maio, centro do Rio, sem que fosse parte da diretoria
eleita no período de 2016 a dezembro de 2019.





