COVID 19 - Ministério público investiga home care em presídio Bangu 8

Atual diretor de Bangu 8, já teria recebido punição por permitir miliciano a negociar imóveis no seu gabinete em 2008.


Em 2008, miliciano negociava imóveis no gabinete da direção do presídio, o diretor Silvio Pinho foi afastado, e respondeu processo administrativo disciplinar á época .

Rio - ONG que já foi investigada pelo M.P.E.R.J, receberá para gerir a UPA do Hospital Hamilton Agostinho vieira, em Gericinó por 2 anos, a quantia de 36 milhões de reais, verba capaz de garantir aos presos do sistema prisional fluminense um atendimento digno de um Hospital Copa Dor, hospital este onde Eduardo Cunha foi operado e teria sido diagnosticado com  coronavírus, entretanto o ex-deputado fez o teste e não há registro que tenha sido contaminado, apesar da longa condenação, deve permanecer em prisão domiciliar até o fim da pena, entretanto, a Organização Social que ganhou licitação sem concorrência, um contrato de 36.000.000,00 (trinta e seis milhões de reais), segundo denúncia investigada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, estaria oferecendo “Home Care” para os presos do Presídio Bangu 8, segundo denúncia encaminhada ao MPERJ, médicos da organização social estaria dando atendimento personalizado aos presos da Operação Lava Jato, na unidade prisional para que os presos Vips, não tenham contato com as dependências do hospital penal, para evitar que sejam contaminados por outros presos!

O histórico de corrupção e privilégios em Bangu VIII e desvio de condutas de seus diretores, são constantes nas páginas policiais, até pelo fato de que, o atual diretor da citada unidade prisional, Diretor Silvio Pinho, ter sido punido administrativamente por permitir que um dos maiores chefes da milícia da Zona Oeste, administrasse  negociatas de grilagem de terrenos e imóveis da milícia sob suas ordens.  Após o escândalo de proporções midiáticas na época, o diretor foi afastado, contudo, foi nomeado para assumir o mesmo presídio na gestão atual, vale ressaltar que apesar de ter respondido diversos processos disciplinares, segundo publicações em boletim interno da SEAP/RJ, sempre esteve em cargos estratégicos dentro do governo, e, teria sido plantado estrategicamente novamente em Bangu 8 pela atual gestão.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Federal, irá apurar possíveis irregularidades, na contratação emergencial nº 01/2019 celebrado com a Associação Filantrópica Nova Esperança-AFNE, (com a dispensa de licitação, diversas manobras que desqualificaram suas concorrentes), assim como apurar desvio de condutas de servidores envolvidos em beneficiar presos de Bangu 8.


Históricos de Bangu 8

Em 2008; G1.COM
A Secretaria de Administração Penitenciária investigou uma denúncia de que o ex-vereador Jerominho, preso sob acusação de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, teria negociado de dentro da sala de direção do presídio de Bangu 8 (Diretor Silvio Pinho) a venda de um terreno no Recreio dos Bandeirantes, na Zona oeste do Rio. A Secretaria confirmou que um funcionário de cartório esteve no presídio no dia em que teria ocorrido a negociação, mas que iria apurar o motivo da presença dele em Bangu.

Presídio de políticos


Bangu 8 é um presídio de segurança máxima. Depois da desativação da cadeia conhecida como Ponto Zero, o presídio passou a abrigar presos com nível superior e políticos. Na entrada, carros de luxo circulam e do lado de dentro, o cardápio dos presos também parece sofisticado. Agentes penitenciários encontraram quentinhas de luxo na cela em que o ex-banqueiro Salvatore Cacciola dividia com outros presos.

Atualmente, cantinas abertas em contratos emergenciais, "home care" médicos, levantam suspeitas de favorecimentos, 


JORNAL O TEMPO = 2008

Além da suspeita da entrada irregular de refeições como lagosta para o ex-banqueiro Salvatore Cacciola no presídio de Bangu 8 (zona oeste do Rio), o governo do Rio investigou a venda de um terreno que teria sido feita pelo vereador Jerônimo Guimarães (PMDB), de dentro do presídio, dentro do gabinete do Diretor Silvio Pinho, Atual diretor de Bangu em 2020.

Em nota
A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio (Seap) abriu uma sindicância para investigar a denúncia, que culminou no afastamento e punição do Diretor da unidade Prisional Pedrolino de Oliveira.





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