ASSÉDIO MORAL NA COORDENAÇÃO DA GRANDE RIO![]() |
| Inspetor Penitenciário trabalhou junto ao ex traficante da Mangueira Tuchinha e José Junior no AfroRaggae, quando atuava na inteligência da SEAP/RJ |
Depois de cumprir 21 anos de prisão, o ex-chefe do tráfico no morro da Mangueira trabalhava na ONG junto com Inspetor Penitenciário Alexandre Carvalho Ferreira e vários outros da SISPEN/SEAP (foto a cima), integrando as equipes dos programas Segunda Chance e "Comandos". Na agência de empregos Segunda Chance, atuava diretamente na mediação de conflitos com traficantes que gostariam de se entregar e ingressar no mercado de trabalho. Realizava também visitas a presídios para encaminhar futuros egressos para serem atendidos no programa - que tinha supostamente o objetivo principal a reinserção de ex-presidiários na sociedade.
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| Ex-traficante, Tuchinha foi funcionário do AfroReggae (Foto: Reprodução/TV Globo) |
O ex-traficante da Mangueira, Francisco Testas Monteiro, o Tuchinha, foi morto na Rua Prata da Mangueira, na Zona Norte do Rio
Tuchinha - Funcionário do AfroRaggae, foi um dos mais sanguinários e temidos traficantes do Comando Vermelho. Comandou por décadas o tráfico do morro da mangueira. O paradoxo perfeito de alguém da inteligencia atuar intimamente ao ponto de criar vínculos pessoais com pessoas tão próximas do crime que, além de imoral, é no mínimo estranho, pois servidores armados a 50 metros da boca de fumo, onde é de conhecimento de todos da segurança pública, que o trânsito de traficantes armados naquela região é corriqueiro e, não acatar tal ordem, seria no mínimo o que qualquer servidor deveria fazer, considerando que não é função de agentes prisionais fazerem patrulhamento na entrada de comunidades dominadas por facções. Sendo assim, é obrigação denunciar tal irregularidade conforme determinação prevista em lei, entretanto o servidor, segundo denuncias protocoladas na corregedoria, foi ameaçado por "entrar no caminho", e não teve o apoio de seus superiores hierárquicos, que ao invés de protegê-lo, determinou a sua lotação em local ainda mais distante de sua residencia, sofrendo punição geográfica.
A tribuna penitenciária News vem trazer a luz do sistema penitenciário fluminense assédio moral praticado contra agentes públicos que compõem o GSSE-EM e específico Marcelo Henrique Vianna que questionou uma ordem ilegal dada pelo chefe oficioso da base (sem nomeação formal) João Stuart Lemos com o devido aval do chefe oficioso de todo GSSE-GR, Alexandre Carvalho Ferreira (ex funcionário do AfroRaggae o mesmo que empregou o Tuchinha) .
A ordem totalmente absurda determinava que inspetores penitenciários do grupamento GSSE-EM fizessem ronda e baseamento na rua de acesso a unidade prisional, fora do cinturão de segurança da UP onde até policiais militares evitam a exposição! Quando Marcelo Henrique Vianna pediu a determinação por escrito foi dado o start da perseguição e assédio moral capitaneada pelo coordenador da Grande Rio e isoladas, Marcelo Soares da Silva, (o mesmo que era subcoordenador na época em que houve a grande festa e orgia no Instituto Penal Crispim Ventino e a descoberta dos motéis de Benfica) que resultou em punição geográfica do isap Vianna .
DENÚNCIA CORREGEDORIA/MP
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