Polícia Federal encontrou provas de corrupção na delegacia de Homicídios do Rio, publicou site do UOL


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Foto Tribuna News
Já se passaram mais de um ano, a morte do Inspetor Penitenciário do Estado do Rio, Norberto Ferreira de Moraes, precisamente em 28 de outubro de 2018, ainda hoje,  pontos sombrios ainda não foram esclarecidos. Norberto havia sido nomeado para assumir a subsecretaria operacional da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro, entretanto, a sua permanência no cargo não durou dez dias, por diversos motivos, dentre eles, não concordar com os projetos do Secretário da época, (delegado aposentado) David Antony, que apresentou um projeto para o ano de 2019, mesmo sem ter a certeza de sua permanência para continuar a frente da pasta, dentre os projetos apresentado para Norberto, seria uma caça às bruxas, onde servidores seriam caçados e desmoralizados como corruptos, o projeto vislumbrava uma possível privatização do sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro, contudo, Norberto se recusou a participar deste projeto, o que lhe custou a perda do cargo, e uma perseguição funcional implacável, Norberto Ferreira, um dos servidores mais capacitado do sistema prisional brasileiro, foi lotado em uma unidade prisional em Niterói, e foi exigido ao diretor daquela unidade, inclusive que registrasse com foto, o servidor Norberto Ferreira, ex-subsecretário operacional,  trabalhando no miolo da unidade prisional, "Edgar Costa" Niterói, para que fosse enviado para o Secretário na época saborear sua vingança. O desfecho do caso, todos da SEAP-RJ já tem conhecimento, Norberto foi encontrado morto na garagem de casa, com um tiro na cabeça, a polícia civil registrou o fato como suicídio, entretanto, não tivemos explicações para o fato de que a pistola usada no suposto suicídio estava com o cão em posição de descaso, fato incomum, por se tratar de uma pistola semiautomática, que em caso de suicídio, deveria estar em posição de recúo ou pronto emprego. Outro ponto que ainda não foi esclarecido neste episódio, é o fato de que o celular do suposto “suicida” tenha desaparecido, afinal, não é comum que alguém antes de cometer suicídio desapareça com o seu próprio celular, para eliminar todos os registros de ligações e mensagens via WhatsApp ou outros registros recebidos, para que ninguém saiba por que se matou.


Já no caso Norberto, a posição era de descanso


em caso de suicídio esta seria a posição do cão da pistola

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Polícia Federal apura ligações de políticos com o crime, o que deixa subentendidos que investigações podem ter o desfecho que for determinado por interessados em descobrir ou encobrir assassinos.

A Polícia Civil resolve apenas 6% dos homicídios no Rio, "País com maior número de mortes violentas no mundo, Brasil também perpetua a impunidade" "Em números absolutos, não há país no mundo com mais homicídios do que o Brasil. Segundo o último Atlas da Violência, divulgado em junho, o número chegou a 62.517 pessoas que tiveram suas vidas tiradas em 2016. Somado à tragédia das mortes propriamente ditas, um outro dado alarmante ajuda a entender como nossa violência não só permanece alta como segue aumentando em muitos estados: a baixíssima taxa de resolução de homicídios por parte das polícias no país, hoje estimada em torno de 5% a 8% nacionalmente, favorece a perpetuação do ciclo criminalidade."

Caso Marielle desnuda politização da policia Civil do RJ.  .

A PF (Polícia Federal) encontrou provas de que houve atos de corrupção praticados por membros da DH (Delegacia de Homicídios da Capital) que impediram o esclarecimento da autoria de assassinatos que envolvem milicianos do "Escritório do Crime" e integrantes da máfia do jogo do bicho no Rio de Janeiro.Isso ocorreu em um caso de repercussão internacional, o que não ocorreria no caso Norberto que não houve repercussão alguma?
Norberto Ferreira antes do seu suposto suicídio, estava em paz com a vida e em contato constantes com amigos que já tinha como certo o seu retorno por cima na atual gestão, motivo pelo qual pode ter sido suicidado.

Fica a dica.

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