A carne fraca da corrupção e a relação promíscua com os presos

Carne fraca crua e assada

Rio – Na última terça feira 15/10, por volta das 19 horas e vinte minutos, o coordenador Norte Noroeste, Afonso Renato Rocha Neto, da SEAP/RJ interceptou a entrada de 10 quentinhas pela portaria, com o Inspetor Ricardo da Silva Souza na portaria 1, e ao serem vistoriadas, foram identificadas 5 (cinco) quentinhas contendo churrasco pronto para consumo e 5 (cinco) quentinhas contendo carne seca crua. O servidor da portaria afirmou não saber o destino das carnes, entretanto, posteriormente, após averiguação, o preso que cedeu ao fraco da carne, confessou que era o dono da encomenda e que o interlocutor seria chefe da equipe de plantão, Inspetor Rodrigo Lima Vieira. O material apreendido e o preso foram conduzidos até à 146 DP, onde o interno José Mauricio dos Santos Ferreira Neto Junior, após delatar geral e assinar termo de declaração na unidade prisional, em sede policial disse que; “ciente de suas garantias constitucionais, dentre elas a de permanecer calado, optou por ficar em silêncio, manifestando – se somente em juízo”.
Apesar do silêncio do inocente (do preso), à autoridade policial optou por enquadrar os servidores da carne fraca crua e assada, em corrupção ativa lavrado no RO nº 146-03793/2019

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