POLICIAL PENAL DO RIO, DENUNCIA CORREGEDOR DA SEAP-RJ AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA
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| WILSON CAMILO, denunciou pratica de suposto crime praticado por corregedor da SEAP-RJ |
Por - Marcos V. Campos - Jornalista
RIO - O Inspetor de segurança e administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Camilo, Diretor Financeiro da AGEPEN BRASIL (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS DO BRASIL) e Presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro – SINDAPERJ, protocolou denúncia junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, por suposto crime de interceptação, contra o então corregedor da SEAP-RJ, devido ao uso de prova ilícita, para fins de abertura de sindicância e processo administrativo.
Segundo denúncia encaminhada à ouvidoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em face do Corregedor da Secretaria de Estado e Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, teria usado monitoramento das redes sociais, interceptação de dados e telemática, sem autorização judicial, para fins de instaurar processo administrativo contra o servidor.
RIO - O Inspetor de segurança e administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Camilo, Diretor Financeiro da AGEPEN BRASIL (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS DO BRASIL) e Presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro – SINDAPERJ, protocolou denúncia junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, por suposto crime de interceptação, contra o então corregedor da SEAP-RJ, devido ao uso de prova ilícita, para fins de abertura de sindicância e processo administrativo.
Segundo denúncia encaminhada à ouvidoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em face do Corregedor da Secretaria de Estado e Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, teria usado monitoramento das redes sociais, interceptação de dados e telemática, sem autorização judicial, para fins de instaurar processo administrativo contra o servidor.
TPNews teve acesso aos documentos enviados ao Ministro da
Justiça Sergio Moro, em seu conteúdo relata além do suposto crime de interceptação, fraude
processual, a corregedoria teria juntado punições de terceiros como se fossem do
servidor Wilson Camilo, para fins de manchar a reputação do servidor
ilegalmente indiciado.
Denúncias de membros da própria inteligência da SEAP-RJ, relatando que: “o Corregedor estaria usando ilegalmente o "Guardião" (equipamento de escutas) para interceptações telefônicas ilegais, para fins pessoais e políticos, sem a devida autorização judicial, sem o conhecimento do Ministério público, e que possivelmente, até mesmo o atual Secretário de Estado de Administração Penitenciária e seus subsecretários, estariam sendo alvo de grampo ilegal, pelo ex corregedor, auxiliado por uma servidora da Corregedoria, que atualmente encontra-se lotada na subsecretaria geral, esta servidora seria cônjuge de um ex chefe do SISPEN citado na fraude das tornozeleiras.
Para Wilson Camilo “A Corregedoria e a CPIA (comissão de inquérito administrativo) deveriam passar por uma varredura, assim como os presídios do Estado estão sendo varridos pela nova gestão, pois há fortes indícios de práticas de crimes por servidores nos dois setores, assim como a existência de uma organização criminosa, com tentáculos da milícia e da quadrilha do ex governador Sérgio Cabral” atualmente preso em Bangu VIII”.
Denúncias de membros da própria inteligência da SEAP-RJ, relatando que: “o Corregedor estaria usando ilegalmente o "Guardião" (equipamento de escutas) para interceptações telefônicas ilegais, para fins pessoais e políticos, sem a devida autorização judicial, sem o conhecimento do Ministério público, e que possivelmente, até mesmo o atual Secretário de Estado de Administração Penitenciária e seus subsecretários, estariam sendo alvo de grampo ilegal, pelo ex corregedor, auxiliado por uma servidora da Corregedoria, que atualmente encontra-se lotada na subsecretaria geral, esta servidora seria cônjuge de um ex chefe do SISPEN citado na fraude das tornozeleiras.
Para Wilson Camilo “A Corregedoria e a CPIA (comissão de inquérito administrativo) deveriam passar por uma varredura, assim como os presídios do Estado estão sendo varridos pela nova gestão, pois há fortes indícios de práticas de crimes por servidores nos dois setores, assim como a existência de uma organização criminosa, com tentáculos da milícia e da quadrilha do ex governador Sérgio Cabral” atualmente preso em Bangu VIII”.
Documentos comprovam que, pessoas que cometeram crimes, como
tráfico de drogas, extorsão, porte ilegal de armas de calibre restrito, crime
contra o patrimônio público, corrupção passiva, dentre outros, estariam sendo
protegidas por uma organização criminosa que, ainda se encontra nos setores
correcionais da SEAP.
A C.P.I.A já teria arquivado o processo administrativo do
Servidor Diego Victer, preso e condenado por tráfico de drogas, Diego Victer, segundo denúncias; teria parentesco com o ex secretário de educação do
estado do Rio de Janeiro, "Wagner Victer", Governo Pezão e no governo Cabral presidia a CEDAE.
A CPIA, acobertou e protege até hoje, um de seus próprios membros, que, teria cometido vários crimes. É o caso do servidor Raphael Eduardo Dias Mendes, preso em 23/12/2017. após fazer disparos de arma de fogo em via pública, alcoolizado etc... A assessora chefe - SEAP/IA, delegada da polícia civil, Ivanete Fernanda de Araújo, entendeu como transgressão passível apenas de repreensão verbal, sem mácula funcional, apesar do processo criminal ainda não ter sido concluído. Atualmente, Raphael Eduardo Dias Mendes, continua atuando como secretário da primeira comissão de inquérito administrativo da SEAP/IA, causando constrangimento ético e moral para a instituição SEAP-RJ. Servidores em situação de falta disciplinar de menor potencial, teriam sido demitidos, escorraçados da vida pública, mesmo após absolvição da justiça.
A CPIA, acobertou e protege até hoje, um de seus próprios membros, que, teria cometido vários crimes. É o caso do servidor Raphael Eduardo Dias Mendes, preso em 23/12/2017. após fazer disparos de arma de fogo em via pública, alcoolizado etc... A assessora chefe - SEAP/IA, delegada da polícia civil, Ivanete Fernanda de Araújo, entendeu como transgressão passível apenas de repreensão verbal, sem mácula funcional, apesar do processo criminal ainda não ter sido concluído. Atualmente, Raphael Eduardo Dias Mendes, continua atuando como secretário da primeira comissão de inquérito administrativo da SEAP/IA, causando constrangimento ético e moral para a instituição SEAP-RJ. Servidores em situação de falta disciplinar de menor potencial, teriam sido demitidos, escorraçados da vida pública, mesmo após absolvição da justiça.
Foi o caso da Servidora Adriana Evangelista, que após reagir a uma tentativa de assalto, foi absolvida por legitima defesa putativa pela justiça, entretanto, pela C.P.I.A , o pedido foi a sua demissão sumaria.
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| Raphael não ficou satisfeito com a punição de advertência verbal, apesar da gravidade do caso |
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| 3ª comissão propõem penalidade simbólica, e assessora mantem o servidor no cargo de secretário da 1ª comissão de inquérito administrativo disciplinar |
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| Servidores em situação similar foram punidos com 90 dias de suspensão, outros foram até mesmo demitidos pelo mesmo motivo! |
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| Pareceres são emitidos de acordo com interesses ou influencia do indiciado!!! |
Fica a pergunta..
O servidor Wilson Antonio Camilo Ribeiro.. Foi punido com 20 dias de suspensão, por postar em sua página do Facebook, matéria de domínio público, sem expressar se quer opinião sobre o texto publicado... Isto seria mais grave do que dirigir embriagado e disparar arma de fogo de propriedade do estado em via pública?
DA INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA SEM AUTORIZAÇÃO JUDICIAL;
Algumas unidades que possuem esse tipo de equipamento: Bangu I,
Bangú III, Ismael Sirieiro, Galpão da Quinta, Ary Franco. SEAP-JP
Além disso, existe um programa de escuta ambiental, onde o
operador do sistema, consegue ter acesso com zoom e tudo mais, o que o apenado
ou servidor público está falando. Este sistema veio da Digitro (empresa em
Santa Catarina, que o superintendente da Sispen há época, fazia palestras pela
mesma).
Na Sispen na época do major Odawara, as maletas de
interceptação telefônicas, eram usadas para quem ele queria escutar, sendo que
o superintendente adjunto dele, era segurança pessoal do Eduardo Cunha,
atualmente preso.
Na Corregedoria o Delegado da Polícia federal, criou pontos
eletrônicos e usando esse sistema para escutar qualquer pessoa, assim como,
estava fazendo uso do guardião para isso, ou seja, qualquer pessoa poderia ser
interceptada, mas isso é antigo no sistema penitenciário, já foi muito usado
por políticos.
As maletas de interceptação, vieram de Israel na época,
depois de o major Odawara e o Coronel Calixto voltarem de viagem de Israel. E
agora a Policia Federal poderá apurar os verdadeiros objetivos da interceptação
telefônica da SEAP-RJ, que segundo denúncias recebidas..... Poderiam estar sendo usadas, até mesmo contra a Lava Jato.
Segundo Denúncias, "seriam crimes de grampo e interceptação
telefônica continuada, que possivelmente, poderia estar sendo usada contra a própria
Lava Jato"..
A superintendência da Corregedoria da Policia Federal, já determinou a abertura de sindicância, assim como já contactou a Secretaria de Estado de administração Penitenciária , e irá entrar no circuito, para fins de apurar irregularidade praticado pelo Corregedor Fabio Andrade, assim como apurar o uso de equipamento de escutas ilegais e até crime praticado contra a lava jato.
Marcos V. Campos









