Tribuna penitenciária quer justiça em seu sentido mais amplo
O BEM COMUM!!
Para que haja democracia na gestão do nosso sindicato da Seap, é necessário que os sindicalizados queiram escolher seus representantes, queiram participar da vida democrática, comprometendo-se com os seus eleitos, apontando o que aprova e o que não aprova das suas ações. Assim, vão sentir-se cidadãos e sócios participantes. Isto supõe uma consciência de pertencimento à vida política e social do sindicato. Querer participar do processo de construção dos destinos da própria categoria. Ser cidadão e sócio participante é sentir-se responsável pelo bom funcionamento da instituição. É interessar-se pelo bom andamento das atividades do sindicato, exigindo, com postura de sócio participante, que este seja coerente com os seus fundamentos, razoável no cumprimento das suas finalidades e intransigente em relação aos seus princípios estatutários.
Para que haja democracia na gestão do nosso sindicato da Seap, é necessário que os sindicalizados queiram escolher seus representantes, queiram participar da vida democrática, comprometendo-se com os seus eleitos, apontando o que aprova e o que não aprova das suas ações. Assim, vão sentir-se cidadãos e sócios participantes. Isto supõe uma consciência de pertencimento à vida política e social do sindicato. Querer participar do processo de construção dos destinos da própria categoria. Ser cidadão e sócio participante é sentir-se responsável pelo bom funcionamento da instituição. É interessar-se pelo bom andamento das atividades do sindicato, exigindo, com postura de sócio participante, que este seja coerente com os seus fundamentos, razoável no cumprimento das suas finalidades e intransigente em relação aos seus princípios estatutários.
O exercício do voto é um ato de
cidadania. Mas, escolher um presidente não basta. Este precisa de sustentação
para o exercício do poder que requer múltiplas decisões. Agradáveis ou não,
desde que necessárias, estas têm de ser levadas a cabo e com a cumplicidade de
todos. É nessas ocasiões que se faz necessário o discernimento, próprio de
cidadão consciente, com capacidade crítica e comportamento de verdadeiro
“ PROPRIETÁRIO” do seu sindicato.
Ser cidadão é ter consciência
de que é sujeito de direitos. Direitos à vida, à liberdade, à propriedade, à
igualdade de direitos, enfim, direitos civis, políticos e sociais. Mas este é
um dos lados da moeda. Cidadania pressupõe também deveres. O cidadão tem de ser
cônscio das suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e
complexo organismo que é a coletividade, sindicato, para cujo bom funcionamento
todos têm de dar sua parcela de contribuição. Somente assim se chega ao
objetivo final, coletivo: a justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem
comum.
É isso que a Tribuna Penitenciária deseja para a nossa
categoria! E já estamos lutando para que isso possa ocorrer mais rápido
possível. Sindicato forte em busca de justiça e melhoria para todos!
Dilson Ramos Isap 822369-5
