UMA GESTÃO DE FRAUDE E ASSALTO AOS COFRES PÚBLICOS E TOTAL DESCASO E DESRESPEITO AO SERVIDOR PENITENCIARIO

Me perdoem a  ignorância senhores leitores da Tribuna Penitenciaria RJ, pois ao ler uma matéria veiculada no jornal Extra deste domingo dia 22/03/2015, falando sobre a dificuldade financeira na SEAP, o gráfico demonstra que há 5.541 (cinco mil quinhentos e quarenta e um) servidores penitenciários, e a secretaria manda produzir 8.000 ( oito mil) porta carteiras e distintivos,quando na verdade somos 5.541 (cinco mil quinhentos e quarenta e um) entretanto a secretaria manda confeccionar 3.000 ( três mil) carteiras a mais do que o necessário, considerando que temos 500 (quinhentos) servidores de licença médica, outros 54 (cinquenta e quatro) distribuídos por outras secretarias e ALERJ. Isto sem levar em consideração que a categoria não tem como prioridade porta carteiras e distintivos com preços absurdos, de aproximados  R$800.000,00 ( oitocentos mil reais). Importando servidores de outras secretaria que recebem em duplicidade, quando na verdade era possível aproveitar servidores da própria pasta para economizar sem comprometer o erário público, entretanto preferiram transformar a nossa secretaria em imenso cabide de emprego, onde  atualmente ao subir até 5º andar do Prédio da Central do Brasil e adentrar as salas,  percebe-se, em grande maioria, contratados ocupando cargos que servidores da pasta deveriam estar exercendo a função por serem mais habilitados a fazerem, sem falar na ESCOLA DE GESTÃO PENITENCIARIA QUE É QUASE EM SUA TOTALIDADE DE CONTRATADOS APADRINHADOS POLÍTICOS, certamente não tem como não haver dificuldade financeira inchando a pasta desta maneira, Agora analisando também o deficit de servidores que a matéria do jornal Extra divulga, é ainda pior, pois dos cinco mil quinhentão e quarenta e um divulgado na mídia, nem de perto é o que está lotado nas unidades prisionais, pois na atividade  fim, os que trabalham  nas galerias não chegam ao irrisório numero de 1500 (hum mil e quinhentos INSPETORES, os desvios de função, falta de incentivo que possa estimular os servidores a trabalharem nas galerias, onde os riscos são ainda maiores, entretanto é o setor mais abandonado pelos gestores, o que leva a todos fazerem o possível para se deslocarem para outros setores, burocráticos, classificação revista externa, e principalmente para os cursos de que exigem formação especial como  o SOE-GSE,, GIT, por haver nestes setores um incentivo financeiro, entretanto quando se trata da atividade fim, o contato direto com o preso, não há nenhum incentivo financeiro, muito pelo contrario; seus benefícios estão sendo retirados ou diminuídos, como é o caso da gratificação por insalubridade,  a periculosidade, e principalmente a debandada de servidores para outros setores, chegando ao absurdo de que uma turma trabalhar  em presídios com mais de 2.000 (dois mil presos) e apenas 6 inspetores na turma de plantão responsáveis pela insegurança  irresponsável do sistema que a cada dia incentiva o cáos nas unidades prisionais e agora para jogar a pá de cal... LIBERAM TODOS DA REVISTA OBRIGATÓRIA, PRESOS E VISITANTES........................SÓ HÁ UMA SOLUÇÃO.... É HORA DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL PELA SEGURANÇA DA SOCIEDADE E DOS SERVIDORES PENITENCIÁRIOS DO BRASIL - PRINCIPALMENTE ENVIARMOS UMA PETIÇÃO MP FEDERAL PEDINDO AUDITORIAS NAS CONTAS DESTA SECRETARIA, POIS O ENRIQUECIMENTO DE ALGUNS TEM CUSTADO A VIDA E O EMPREGO DE OUTROS.


UMA GESTÃO IMPOSTA PELO MEDO E ILEGALIDADE
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