DENUNCIA DE DE TOTAL DESRESPEITO A DIGNIDADE HUMANA NO COMPLEXO DE JERICINÓ PARA COM OS SERVIDORES DA MURALHA - GSSE
UM COMENTÁRIO:
Anônimo disse...
O servidores da Secretaria de Segura e Administração Penitenciária( SEAP) do Grupamento de Segurança e Serviços Externos( GSSE ), estão sofrendo com uma série de atitudes arbitrárias por parte do Coordenador Geral de Segurança de Presídios Jorge da Silva Perrote. Já foram feitas várias denúncias por parte dos servidores que não estão suportando mais a forma como estão sendo tratados..
Os servidores estão sendo obrigados a colocar o seu material pessoal em sacos transparentes , sendo impedidos de levar seus pertences para os postos, como água, papel higiênico, repelentes, jornais,remédios, alimentação e etc... Estão passando a humilhação de andar com vários sacos plásticos pelas ruas do Complexo de presídios com materias pessoais expostos, tendo que subir guaritas com os materiais numa enorme dificuldade.
Os servidores ficam em média 16 horas direto nos postos sem as mínimas condições humanas de trabalho, sem , luz, vidros para proteger do sol e chuva , local para higiene pessoal , sendo assim acabam levando seu material pessoal para atender suas necessidades muitas vezes urinado e defecando nas guaritas.
Outra determinação é que os servidores estão sendo obrigados a estacionar seus carros longe da base do grupamento , sendo assim impedidos de pegar seus materias pessoais.. Os carros estão sendo acorrentados para impedir a locomoção dos mesmos até o final do expediente..
Os servidores estão sendo massacrados pelo coordenador que ameaça com a punição geográfica para locais como Campos e Itaperuna caso não cumpram a determinações impostas.
Pedimos a OAB uma posição quanto as denúcias que estão sendo feitas a vários orgãos para tomar uma posição contra esse coordenador que está humilhando e perseguindo os servidores e específico o Grupamento..
Aguardamos uma posição!
4 DE JANEIRO DE 2012 09:05
REGINA SCHELLEMBERG
FONTE - artigo 5º, inciso 16, da Constituição brasileira: “É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional“.
Anônimo disse...
O servidores da Secretaria de Segura e Administração Penitenciária( SEAP) do Grupamento de Segurança e Serviços Externos( GSSE ), estão sofrendo com uma série de atitudes arbitrárias por parte do Coordenador Geral de Segurança de Presídios Jorge da Silva Perrote. Já foram feitas várias denúncias por parte dos servidores que não estão suportando mais a forma como estão sendo tratados..
Os servidores estão sendo obrigados a colocar o seu material pessoal em sacos transparentes , sendo impedidos de levar seus pertences para os postos, como água, papel higiênico, repelentes, jornais,remédios, alimentação e etc... Estão passando a humilhação de andar com vários sacos plásticos pelas ruas do Complexo de presídios com materias pessoais expostos, tendo que subir guaritas com os materiais numa enorme dificuldade.
Os servidores ficam em média 16 horas direto nos postos sem as mínimas condições humanas de trabalho, sem , luz, vidros para proteger do sol e chuva , local para higiene pessoal , sendo assim acabam levando seu material pessoal para atender suas necessidades muitas vezes urinado e defecando nas guaritas.
Outra determinação é que os servidores estão sendo obrigados a estacionar seus carros longe da base do grupamento , sendo assim impedidos de pegar seus materias pessoais.. Os carros estão sendo acorrentados para impedir a locomoção dos mesmos até o final do expediente..
Os servidores estão sendo massacrados pelo coordenador que ameaça com a punição geográfica para locais como Campos e Itaperuna caso não cumpram a determinações impostas.
Pedimos a OAB uma posição quanto as denúcias que estão sendo feitas a vários orgãos para tomar uma posição contra esse coordenador que está humilhando e perseguindo os servidores e específico o Grupamento..
Aguardamos uma posição!
4 DE JANEIRO DE 2012 09:05
REGINA SCHELLEMBERG
FONTE - artigo 5º, inciso 16, da Constituição brasileira: “É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional“.