Relator da Policia Penal do Estado do Rio, tem mandato caçado pelo TRE
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| Imagem ALERJ |
O relator da proposta de emenda constitucional 32/2019, emenda constitucional que cria a Policia Penal no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, deputado
Max Lemos, perdeu a guerra na Justiça Eleitoral, com a decisão por maioria, pela
perda de mandato do ex-prefeito de Queimados por infidelidade partidária.
O
pré-candidatíssimo tucano à Prefeitura de Nova Iguaçu ainda pode apresentar
recurso ao Tribunal Superior Eleitoral. Quem herda o gabinete na Assembleia
Legislativa do Rio é Átila Nunes (MDB).
Eleito
pelo MDB, Max migrou para o PSDB fora da janela eleitoral: ele queria garantir
a participação nas urnas neste ano, já que Leonardo Picciani fechou apoio à
chapa pela reeleição de Rogério Lisboa.
O
deputado tentou se desfiliar por justa causa, e sua ação foi julgada nesta
quarta-feira (15) junto com o pedido de cassação do mandato, apresentado pelo
partido.
A
corte se dividiu: foram dois votos favoráveis à justa causa, enquanto três
abraçaram a tese da infidelidade partidária.
Em
nota, Max Lemos afirma respeitar a decisão do colegiado, mas promete continuar
a briga:
"Utilizaremos
todos os recursos permitidos pela legislação brasileira, pois fomos eleitos com
59.672 votos, e é por estes, que confiaram em nossa liderança que continuaremos
lutando.
Todos
sabem da grande perseguição e discriminação que venho sofrendo desde que
aceitamos o desafio de liderar um grupo político que visa transformar e,
principalmente, levar o desenvolvimento econômico para Nova Iguaçu".
