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27/11/18

APESAR DE INDEFERIMENTO JUDICIAL, PRESO DE UNIDADE PRISIONAL DIRECIONADA A MILICIA VAI AO VELÓRIO DO PAI


PRESO EM BANGU IX, RODRIGO COELHO DAVID, compareceu ao funeral de seu pai, Ricardo Duarte David, um dos maiores bicheiros de Olaria, Zona Norte do Rio. Apesar do indeferimento judicial,  expedida pela, Excelentíssima  Juíza, Angélica dos Santos Costa;

 “Tais indispensáveis critérios para uma eventual concessão do pedido só podem ser apresentados pela autoridade administrativa do sistema penitenciário, que além de avaliar todas essas questões, deveria ainda providenciar o transporte e a segurança do interno, o que teria que ser feito em prazo exíguo. Assim sendo, INDEFIRO o pedido.”


Rodrigo Foi condenado em dois mil e quinze, por homicídio qualificado, a 18 anos de prisão, por homicídio duplamente qualificado, entretanto, apesar da negativa judicial, apesar de não haver registro de distribuição de pauta ou autorização oficial do diretor da unidade prisional, marcou presença na despedida de seu genitor.

Em 2016, o preso Valdemar Ferreira Bastos Neto, antes de fugir, também foi levado para passear, após "pagamento de propina", quando estava custodiado na mesma unidade (Bandeira Stampa).

A falta de apresentação de preso pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) por falta de viaturas e de efetivo funcional, tem deixado juízes de cabelo em pé. atualmente, várias audiências nas varas criminais, que funcionam no Tribunal de Justiça, no Centro, são canceladas, entretanto, parece que para conduzir o preso Rodrigo Coelho David, filho do Bicheiro, Ricardo Duarte David,    falta de viaturas e pessoal não foi problema.

CONDENAÇÃO (Sentença)

 “ISTO POSTO, JULGO PROCEDENTE a pretensão punitiva, e CONDENO RODRIGO COELHO DAVID a 18 (DEZOITO) ANOS DE RECLUSÃO, como incurso nas penas dos artigos 121, §2º, I e IV do Código Penal. Fixo FECHADO o regime inicial da pena privativa de liberdade a ser cumprida, na forma do art. 33, § 2º, ´a´ do Código Penal.”

Todo Procedimento, apesar legal, é imoral, Segundo denuncias, a operação teve total  proteção, apoio  e autorização verbal do Sub Secretário Operacional , Leonan Leão, que, antes mesmo  que o fato viesse a público, Leonan (subsecretário Adjunto de Operações)) transferiu o diretor Alcides para unidade prisional, a Cadeia Pública Jorge Santana. 


Até o momento não há informação sobre abertura de processo disciplinar.





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