Elias
Alves Macedo, administrador (Prefeito de Gericinó) do complexo
de presídios, foi flagrado pelo juiz Corregedor da Vara de Execuções
penais, dando regalias a preso classificado, onde foi descoberto que
o preso de nome Pereira, tinha um contrato de trabalho com o estado,
concedido pelo diretor do sindicato dos Servidores da Secretaria de
Justiça, o qual o servidor faz parte, ocupando o cargo de diretor
de assistência social, entretanto segundo denuncias, o servidor
prestava serviço social não á servidores associados, mas a um
preso conhecido por denunciar Inspetores “X9”, (paradoxo
perfeito),. O preso deveria se apresentar todos os dias uteis para
exercer a sua atividade laborativa na administração de Jericinó,
entretanto, o seu destino, segundo denuncias era bem outro, e para
piorar, ao fiscalizar a planilha do interno, foi constatado que as
saídas e entradas estavam assinadas por antecedência até o dia 30
de novembro de 2018..
Após
o ocorrido; o Secretário de Administração Penitenciária, David
Antonhy, exonerou Elias Alves Macedo, e a SEAP/RJ abriu processo
administrativo para apurar o ocorrido.
Segundo Gutembergue , Presidente do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Justiça;
"A exoneração é a defesa do administrador público que pune antecipadamente como forma de não se expor. Vai ficar somente nisso. Não tem infração administrativa nem penal. Foi tudo esclarecido.você sabe como é, a administração. Abre a sindicância para preservar a própria administração e não se comprometer. Não vai dar em nada."
Garante Gutembergue
Segundo Gutembergue , Presidente do Sindicato dos Servidores da Secretaria de Justiça;
"A exoneração é a defesa do administrador público que pune antecipadamente como forma de não se expor. Vai ficar somente nisso. Não tem infração administrativa nem penal. Foi tudo esclarecido.você sabe como é, a administração. Abre a sindicância para preservar a própria administração e não se comprometer. Não vai dar em nada."
Garante Gutembergue
