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11/08/18

Farra na Sapucaí é investigada pelo MPERJ

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Rio (MPRJ) entrou com ação civil pública na 16ª Vara de Fazenda Pública da capital pedindo o afastamento da diretora da cadeia pública Joaquim Ferreira de Souza, Rita de Cássia Alves Antunes, por improbidade administrativa. De acordo com a ação, a diretora concedeu privilégios à mulher do ex-governador Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, quando a advogada esteve presa no Complexo Penitenciário de Gericinó, entre os meses de dezembro de 2016 e março de 2017. "RITA DE CASSIA FICOU FAMOSA PELA CONHECIDA FARRA DO CAMAROTE"  Fonte - Agência Brasil.

DE FARRA NA SAPUCAÍ A IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 


De acordo com investigações, Rita de Cássia e o então secretário de administração penitenciária Erir Ribeiro Costa Filho garantiram regalias à ex-primeira-dama do RJ, Adriana Ancelmo nos quatro meses em que ela ficou detida no Complexo Penitenciário de Gericinó.
Homem usou carro clonado para levar ceia
As investigações do MP mostram que no dia 25 de dezembro de 2016, um homem se identificou na portaria do Complexo de Gericinó como Gilson Avelino da Silva, servidor da Secretaria Estadual de Saúde, cedido à Secretaria de Segurança. Após passar pela portaria do complexo ele foi até a entrada do presídio onde estava Adriana Ancelmo com a ceia de Natal para a detenta. Não havia ninguém com este nome cadastrado para visitar Adriana Ancelmo. Para os promotores isso representava uma "violação aos princípios de moralidade e igualdade". O homem, que chegou dirigindo o seu carro particular, disse levar uma encomenda para ser entregue à "doutora Adriana". Apesar da proibição de quatro servidores, ele dizia que "teria que dar entrada, pois, seria uma ordem do 01", numa referência ao então secretário Erir Costa Filho. Apesar da resistência dos servidores veio a autorização do coronel Erir. Três servidores relataram o caso no livro de ocorrência da unidade. Ao investigar o tal servidor, os promotores do Ministério Público descobriram que não há no Rio de Janeiro nenhum funcionário com este nome lotado na Secretaria de Segurança.

Fonte - O GLOBO
FOTO - ISTOÉ 




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