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RETIRADAS DO GOOGLE
Rio - A equipe de fiscalização do MPERJ (MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO), comandada pelo Promotor de Justiça, Dr.º André
Guilherme, determinou como de costume e de acordo com a rotina nas unidades
prisionais do país que os internos ficassem na posição de "confere" de frente
para a parede, entretanto; parece que o interno Sérgio Cabral Filho, se recusou cumprir a determinação, sentindo-se se ainda autoridade, disse não admitir ser
chamado de interno, o promotor voltou a pedir ao interno que cumprisse a
determinação da equipe assim como os demais presos presente, contudo o
Ex-governador e interno Sérgio Cabral, ignorou a autoridade do promotor,
desacatando-o em tom de intimidação. Diante
de tal desrespeito, não restou alternativa a não ser determinar o seu
isolamento. Fontes da unidade revelaram que o ex-governador esbravejou e
encarava o Promotor em tom de ameaça!!
EM TEMPO RECORD JUIZ DA
VEP SURGE EM BANGU 8
De acordo com "O Antagonista",O diretor de Bangu 8 retirou Sérgio Cabral da solitária,
nesta tarde 24/07/2018, depois de o juiz Rafael Estrela Nobrega, da Vara de Execuções
Penais, ir até a penitenciária, logo depois do MPRJ sair do COMPLEXO DE
GERICINÓ.
Após ex-governador do Rio ter sido retirado do isolamento
pelo Juiz da VEP em tempo nada comum aos demais presos mortais e desprovidos de
influência política e financeira.
O promotor André Guilherme publicou uma nota que esclarece a
sua atuação na Penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira.
“No dia de hoje, por
ocasião de fiscalização do Ministério Público, ao adentrarmos a Penitenciária
Pedrolino Werling de Oliveira, foi determinado aos internos ali custodiados que
ficassem na ‘posição de confere’, padrão que todos os presos devem seguir
quando assim lhes é determinado. Quando ingressamos na galeria onde está
custodiado o interno em referência, foi constatado que ele era o único que não
estava na posição. Mesmo recebendo novamente a determinação, o preso se recusou
a cumpri-la, e, aos gritos, de forma provocativa capaz de incitar a desordem no
coletivo da unidade, disse que não queria ser chamado de ‘interno’ e que aquela
posição era um desrespeito a ele.
Na data de hoje,
fiscalizei um total de oito unidades prisionais, totalizando um efetivo
carcerário de 7.062 presos. Idêntico procedimento foi adotado em todas as
unidades, tendo como única alteração a deste interno. Destaco que, como membro
do Ministério Público, respeito e fiscalizo as normas relativas ao sistema
prisional, aí incluídas a Lei de Execução Penal e a Constituição da República,
como também exijo o seu cumprimento por parte dos presos, que devem ser
tratados de forma igual, sem qualquer favorecimento ou privilégio decorrente de
possível poder financeiro, político ou marginal que queiram ostentar. Com 19
anos no Ministério Público, 15 dos quais dedicados à execução penal, agi em
estrita conformidade com a lei, dentro das minhas atribuições e dos
regulamentos e práticas da SEAP, motivo pelo qual nada tenho a temer, pois
minha causa é maior e meu dever é proteger a sociedade. ”


