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24/07/18

MINISTÉRIO PÚBLICO MANDA CABRAL PARA ISOLAMENTO E JUIZ DA VEP. MANDA SOLTAR EM TEMPO RECORD -


IMAGENS RETIRADAS DO GOOGLE
Rio - A equipe de fiscalização do MPERJ (MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO), comandada pelo Promotor de Justiça, Dr.º André Guilherme, determinou como de costume e de acordo com a rotina nas unidades prisionais do país que os internos ficassem na posição de "confere" de frente para a parede, entretanto; parece que o interno Sérgio Cabral Filho, se recusou cumprir a determinação, sentindo-se se ainda autoridade, disse não admitir ser chamado de interno, o promotor voltou a pedir ao interno que cumprisse a determinação da equipe assim como os demais presos presente, contudo o Ex-governador e interno Sérgio Cabral, ignorou a autoridade do promotor, desacatando-o  em tom de intimidação. Diante de tal desrespeito, não restou alternativa a não ser determinar o seu isolamento. Fontes da unidade revelaram que o ex-governador esbravejou e encarava o Promotor em tom de ameaça!!
EM TEMPO RECORD JUIZ DA VEP SURGE EM BANGU 8
IMAGENS Jornal Extra online
 De acordo com  "O Antagonista",O diretor de Bangu 8 retirou Sérgio Cabral da solitária, nesta tarde 24/07/2018, depois de o juiz Rafael Estrela Nobrega, da Vara de Execuções Penais, ir até a penitenciária, logo depois do MPRJ sair do COMPLEXO DE GERICINÓ.
Após ex-governador do Rio ter sido retirado do isolamento pelo Juiz da VEP em tempo nada comum aos demais presos mortais e desprovidos de influência política e financeira.
O promotor André Guilherme publicou uma nota que esclarece a sua atuação na Penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira.

“No dia de hoje, por ocasião de fiscalização do Ministério Público, ao adentrarmos a Penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira, foi determinado aos internos ali custodiados que ficassem na ‘posição de confere’, padrão que todos os presos devem seguir quando assim lhes é determinado. Quando ingressamos na galeria onde está custodiado o interno em referência, foi constatado que ele era o único que não estava na posição. Mesmo recebendo novamente a determinação, o preso se recusou a cumpri-la, e, aos gritos, de forma provocativa capaz de incitar a desordem no coletivo da unidade, disse que não queria ser chamado de ‘interno’ e que aquela posição era um desrespeito a ele.


Na data de hoje, fiscalizei um total de oito unidades prisionais, totalizando um efetivo carcerário de 7.062 presos. Idêntico procedimento foi adotado em todas as unidades, tendo como única alteração a deste interno. Destaco que, como membro do Ministério Público, respeito e fiscalizo as normas relativas ao sistema prisional, aí incluídas a Lei de Execução Penal e a Constituição da República, como também exijo o seu cumprimento por parte dos presos, que devem ser tratados de forma igual, sem qualquer favorecimento ou privilégio decorrente de possível poder financeiro, político ou marginal que queiram ostentar. Com 19 anos no Ministério Público, 15 dos quais dedicados à execução penal, agi em estrita conformidade com a lei, dentro das minhas atribuições e dos regulamentos e práticas da SEAP, motivo pelo qual nada tenho a temer, pois minha causa é maior e meu dever é proteger a sociedade. ”




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