POSTADA RECENTEMENTE

09/05/18

FARSA NAS APURAÇÕES DOS ÓRGÃOS CORRECIONAIS DA SEAP-RJ VEM A TONA


Oórgãos correcionais da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro precisam ser passados a limpo por órgãos de controle externos como, MPRJ e corregedoria Geral Unificada.

São inúmeras denúncias que temos recebido por práticas não muito convencionais, no que se refere as suas verdadeiras "atribuições", que seria de um órgão fiscalizador, de apuração e  correcional. Entretanto o que se vê é que o setor foi usado para fins de caráter pessoal e político, afinal de contas, a Corregedoria subordinada ao Secretário e a CPIA subordinada ao subsecretário Geral, e a ninguém mais, virou nas mãos de criminosos da quadrilha do Governador Sérgio Cabral, um instrumento para perseguir supostos inimigos e para proteger membros de sua própria quadrilha, assim como a aliados políticos, O agora ex servidor MARCOS ANTONIO DIAS DE LIMA, FOI CONDENADO A 15 ANOS DE PRISÃO E COM A PERDA DA FUNÇÃO PÚBLICA, ENTRETANTO O EX SUPERINTENDENTE DA CPIA, determinou o arquivamento de dois procedimentos de inquérito administrativo, sendo que um já havia decisão judicial para a perda da função pública, outro caso que também foi arquivado, foi o do ex coordenador Leonardo Estrella da Silva, que teria abandonado o seu posto de trabalho  em Niterói e participado de uma ação que culminou com a morte de um cidadão em frente ao seu comércio (no dia 24 de abril de 2002, foi executado dentro de seu veículo Volkswagen Kombi, o nacional Samuel Teixeira dos santos ), entretanto nada foi apurado nos órgãos supostamente correicionais da SEAP/RJ. Em Bangu um servidor impediu a saída de um preso para receber atendimento, pelo fato de está desacordado e não poder responder o confere na portaria, o preso veio a óbito, mas a CPIA  protela o processo para aguardar o seu arquivamento por prescrição, o caso do Lanche de rede de fast food foi entregue por agente penitenciário em licença médica mas que prestava serviço na cantina da UP,

o preso que encomendou  o lanche revelou que o agente cobrou R$ 280 (duzentos e oitenta reais) pelo serviço, Segundo sindicância aberta pela Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária, o homem que chega com a encomenda é Leonardo José de Santana, agente de Bangu IX, entretanto o procedimento APURATÓRIO parou após o servidor revelar o verdadeiro dono da cantina  em questão no seu depoimento, e por isso, este procedimento também está a caminho da prescrição dolosa, o que só demonstra que as prescrições de procedimentos administrativos dos órgãos correcionais são criminosamente arquivado após prescrição, o que corrobora com a tese de que os membros das comissões de inquérito administrativos disciplinar tem o seu trabalho  prejudicado devido a interferência externa que atende interesses escusos e políticos, para beneficiar seus protegidos e perseguirem os que ofereçam algum tipo de "perigo" a organização criminosa que se instalou na SEAP/RJ, afinal os órgãos correicionais não estão submetidos a nenhum órgão fiscalizador externo, como CGU ou Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, dando legalidade a impunidade assim como alimentando a prática do assédio moral.



A última interferência dos gestores corruptos no trabalho sério da 2° Comissão  Permanente de Inquérito Administrativo (2° CPIA), se deu na gestão do Senhor Cel.PM Erir Ribeiro e o seu escudeiro fiel  Subsecretário Geral Moraes, que chegou a destituir o presidente da 2ª comissão da CPIA, por não atender a imposição para que alterasse o relatório que pedia punição para servidores ligados aos chefes do alto escalão da SEAP/RJ , MAS QUE MESMO ASSIM A COMISSÃO MANTEVE A ESSÊNCIA DE SEU TRABALHO, (A IMPARCIALIDADE) mantendo assim o mesmo relatório, fato que fez com que o senhor Subsecretário geral, protelasse ao máximo possível, alegando sempre exigências a serem cumpridas no referido relatório, com a finalidade clara de conduzir as punições sugeridas a prescrição e arquivamento, Modus Operandi usado pela 1° CPIA presidida pelo Comissário da Pcerj Helio Machado e as vogais Isaps, por mais de uma década, onde reinaram absolutos e com total liberdade para  burlar normas, regras e principalmente atender pedidos de gestores mal intencionados e que aparelharam corregedoria, cpia, jurídico, procuradores do estado e casa civil, a fim de manterem os servidores acuados e sofrendo todo tipo de assédio em seus locais de trabalho, tendo em vista não terem aonde recorrem e viverem amedrontados com a possibilidade de perderem seus empregos ou tomarem suspensões com descontos em seus salários, ora senhores leitores, se a população em geral acha impossível um servidor público ser demitido, na SEAP/RJ isso se tornou corriqueiro e totalmente normal, durante a gestão do agora preso Cel.PM Cezar Rubens a corregedoria e 1.°CPIA lhe serviu de instrumento de coação e perseguição aos servidores que por ventura não rezassem sua cartilha e do seu comparsa também preso   Sergio Cabral. A Tribuna Penitenciária/RJ vem a público solicitar uma intervenção, limpeza, normatização, controle externo e revisão de todos os atos praticados pela Corregedoria  e 1° e 2° CPIAs da SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA.




DESTAQUES