"INVESTIGAÇÕES REVELAM REDES DE CORRUPÇÃO, TRÁFICO NAS
CADEIAS, E AS MORTES DE DIRETORES E COORDENADORES." (O GLOBO)
INVESTIGAÇÕES PODEM LEVAR OS ASSASSINATOS A OUTRO DESFECHO.
O coordenador de segurança dos presídios do Complexo Penitenciário de
Bangu, Paulo Roberto Rocha, de 48 anos, foi assassinado a tiros no dia 24 de
julho de 2003.
(TIROS PELAS COSTAS).
O crime ocorreu na pista central da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Rocha vinha sendo ameaçado por telefone há meses, mas não utilizava serviços de segurança.
(TIROS PELAS COSTAS).
O crime ocorreu na pista central da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Rocha vinha sendo ameaçado por telefone há meses, mas não utilizava serviços de segurança.
"Nos bastidores fala-se, que Paulo Roberto Rocha teria interferido na gestão e distribuição de arrecadação de propinas das quentinhas, e mexido com o interesses de alguns coronéis PMs, que sempre tiveram o Sistema Penitenciário como um puxadinho, feudo dos coronéis..."
Três mortes de dirigentes da Seap ligadas diretamente à tentativa de intimidação, para fins de manter o esquema implantado, ou até mesmo disputa pelos esquemas da pasta, como cantinas, quentinhas, transferências de presos .
O crime ocorreu nove dias depois que o traficante Márcio Amaro
de Oliveira, o "Marcinho VP"do morro Dona Marta (zona sul), ter sido encontrado
morto dentro de Bangu 3 e menos de duas semanas após o assassinato do
coordenador de segurança do complexo penitenciário de Bangu, Paulo Roberto
Rocha.
Outro diretor de Bangu 3 assassinado - Silvério estava em frente a
um posto de gasolina quando foi atingido por tiros disparados por ocupantes de
um Tempra preto e de um Vectra, armados com fuzis, pistolas e escopetas. Os
criminosos estariam encapuzados e vestidos de preto. (Modo de operação da milícia)
Ferido e sem o controle de seu carro --um
Corsa--, o diretor de Bangu 3 bateu em um ônibus. Silvério morreu na hora, mas
os criminosos continuaram atirando. O grupo chegou a trocar tiros com policiais
civis que passavam pelo local, mas conseguiram fugir.
O tenente-coronel da PM José Roberto do Amaral
Lourenço, de 41 anos, diretor do presídio Gabriel Ferreira Castilho (Bangu 3B), foi
executado, na Avenida Brasil, em Deodoro. O carro em que ele estava, um Palio
branco com chapa oficial sem blindagem, foi metralhado com 60 tiros.
Cesar Rubens em discurso deu a entender que Lourenço foi negligente, o secretário de Administração Penitenciária, disse que o diretor assassinado quebrou a regra de segurança, ao dispensar do serviço o policial que fazia a sua escolta; mas o Coronel Cesar Rubens não contou, foi que o Cel. Lourenço havia impedido a implantação de cantina dentro da unidade prisional, o que já seria o estopim para um rompimento da organização criminosa com o diretor da referida unidade.Cesar Rubens também não relatou que o armamento foi retirado do diretor que foi executado, assim como o veículo com motor mais potente, sendo lhe entregue um veículo Fiat palio, sem blindagem e sem potência no motor.
Na verdade o que ocorria era uma ruptura de gestão, onde o Ex- subsecretário Coronel Spargoli era aliado do Coronel Lourenço,
Cesar Rubens em discurso deu a entender que Lourenço foi negligente, o secretário de Administração Penitenciária, disse que o diretor assassinado quebrou a regra de segurança, ao dispensar do serviço o policial que fazia a sua escolta; mas o Coronel Cesar Rubens não contou, foi que o Cel. Lourenço havia impedido a implantação de cantina dentro da unidade prisional, o que já seria o estopim para um rompimento da organização criminosa com o diretor da referida unidade.Cesar Rubens também não relatou que o armamento foi retirado do diretor que foi executado, assim como o veículo com motor mais potente, sendo lhe entregue um veículo Fiat palio, sem blindagem e sem potência no motor.
Na verdade o que ocorria era uma ruptura de gestão, onde o Ex- subsecretário Coronel Spargoli era aliado do Coronel Lourenço,
Entretanto ambos tiveram mortes estranhas e até hoje sem nenhum desdobramento, pois Cel. Francisco Spargoli foi assassinado em uma suposta tentativa de assalto, Coronel Lourenço foi executado com 60 tiros de fuzil calibre 762, e os cartuchos espalhados pelo chão eram de munições marcadas como munições de reserva de armamento da polícia militar., o carro usado na execução, foi um Nissan Tiida, roubado um dia antes para cometer o crime, e até hoje ninguém encontrou, coisas de profissional, não é comum criminosos de facção , como CV e TCP ou qualquer outra facção usar destes modus de operação, mas mesmo assim nada foi apurado, até por que quem comamandava as ivestigações era a organização criminosa comandada pelo Cel. Cesar Rubens e Sauller Sakalem, que agora começa a ruir todo o seu esquema.
caso semelhante aconteceu com o servidor Wilson Camilo, quando O Secretário Erir Ribeiro e Sauler Sakalem determinaram a sua transferência bangu 8, como retaliação após o servidor denunciar, esquema de regalias de Sergio Cabral e fraudes em licitações.
Com a transferência Wilson Camilo teria que fazer um percurso de risco, e seria executado no percurso de sua residência em São Gonçalo até a chegada em Bangu 8, e com certeza o crime seria atribuído como de costume, a uma das facções criminosas do Estado do Rio de Janeiro, assim como no caso do coronel Lourenço, Cel. Spargoli e muitos outros.
Cel. Francisco Spargoli antes de ser executado, denunciou toda manobra desvios de condutas em audiência pública na ALERJ
caso semelhante aconteceu com o servidor Wilson Camilo, quando O Secretário Erir Ribeiro e Sauler Sakalem determinaram a sua transferência bangu 8, como retaliação após o servidor denunciar, esquema de regalias de Sergio Cabral e fraudes em licitações.
Com a transferência Wilson Camilo teria que fazer um percurso de risco, e seria executado no percurso de sua residência em São Gonçalo até a chegada em Bangu 8, e com certeza o crime seria atribuído como de costume, a uma das facções criminosas do Estado do Rio de Janeiro, assim como no caso do coronel Lourenço, Cel. Spargoli e muitos outros.
Cel. Francisco Spargoli antes de ser executado, denunciou toda manobra desvios de condutas em audiência pública na ALERJ
facção não usa munição da reserva do Estado.....
Após a morte do subsecretário Coronel Francisco Spargoli, Sauler Sakalem assumiu o cargo na época, agora, recentemente afastado por determinação judicial por envolvimento com uma série de irregularidades, até mesmo parentesco e envolvimento com milícias e facções criminosas.
Após a morte do subsecretário Coronel Francisco Spargoli, Sauler Sakalem assumiu o cargo na época, agora, recentemente afastado por determinação judicial por envolvimento com uma série de irregularidades, até mesmo parentesco e envolvimento com milícias e facções criminosas.


