DEFUNTO VAI A CARTÓRIO, VENDE AÇÕES, E VIRA SÓCIO DO LÍDER DO PMDB NA CÂMARA E DE SUA FAMILIA
O PAI, OS FILHOS E O FANTASMA O deputado estadual Jorge Picciani (PMDB-RJ) e o filho Leonardo Picciani (PMDB-RJ) (foto abaixo), deputado federal. Eles lucraram ao negociar com um morto (Foto: Bianca Pimenta/Ag. O Globo) Joaquim Vivas Caravellas morreu em 21 de abril de 2011, aos 87 anos. Era acionista da Tamoio Mineração, empresa que fornece brita para empreiteiras que têm obras contratadas com o governo do Estado do Rio de Janeiro. Tudo em ordem. O morto morreu e foi devidamente enterrado. Mas, o Joaquim, organizado que era, resolveu dar sinal de vida dois meses após sua morte. Em 29 de Junho de 2011, compareceu de corpo presente à Junta Comercial do Estado para assinar e registrar os balanços financeiros da empresa em que detinha ¾ das ações. Assinou- e, pelo que consigamos apurar, retornou à sua morada no Cemitério São João Batista, situado em Botafogo, onde voltou à morrer. Desta feita ...