JUSTIÇA DO RIO PROÍBE QUE PRESÍDIOS SUPERLOTADOS RECEBAM NOVOS PRESOS
Quatro unidades
prisionais do Rio de Janeiro estão impedidas de receber novos presos por causa
da superpopulação carcerária. Por conta de uma liminar obtida pela Defensoria
Pública estadual, as cadeias públicas Hélio Gomes, localizadas em Magé, na
Baixada Fluminense, Jorge Santana, em Bangu, na Zona Oeste, o presídio Evaristo
de Moraes, na Quinta da Boa Vista e a Penitenciária Muniz Sodré, também em
Bangu, estão com limitação de capacidade imposta pela Justiça.
Uma quinta unidade prisional, a Cadeia Dalton Crespo de Castro, em Campos, no Norte Fluminense, terá de transferir, também por conta de uma liminar, parte dos 717 presos que abriga. A unidade tem capacidade para 500 detentos e teria de receber apenas internos provisórios. No entanto, está superlotada, com boa parte de detentos que já foram condenados.
De acordo com Emanoel Queiroz Rangel, coordenador de Defesa Criminal da Defensoria Pública, ações deste tipo poderão ser usadas para resolver o problema de superlotação em outros presídios:
— Queremos estender isso pra outras unidades. A situação nos presídios é de escorraçamento e gera risco.
JORNAL EXTRA 10/02/2015
Uma quinta unidade prisional, a Cadeia Dalton Crespo de Castro, em Campos, no Norte Fluminense, terá de transferir, também por conta de uma liminar, parte dos 717 presos que abriga. A unidade tem capacidade para 500 detentos e teria de receber apenas internos provisórios. No entanto, está superlotada, com boa parte de detentos que já foram condenados.
De acordo com Emanoel Queiroz Rangel, coordenador de Defesa Criminal da Defensoria Pública, ações deste tipo poderão ser usadas para resolver o problema de superlotação em outros presídios:
— Queremos estender isso pra outras unidades. A situação nos presídios é de escorraçamento e gera risco.
JORNAL EXTRA 10/02/2015
