Em 2014, o Estado do Rio iniciou uma investigação do sumiço de aproximadamente 250 armas de fogo de presídios do Rio.
Equipamentos eram mantidos no depósito do Complexo de Gericinó. a S.E.A.P/CO (Corregedoria) ficou de apurar se agentes estariam envolvidos. O caso, revelado pelo jornal O Dia, foi confirmado pelo órgão. O armamento, usado por agentes de segurança dos presídios, ficavam no depósito bélico de uma área destinada aos presos mais perigosos A Seap queria saber se agentes penitenciários estariam envolvidos no esquema. O desaparecimento teria ocorrido ao longo dos últimos dois anos, conforme reportagem de O Dia de 2014. O encarregado pelo depósito, até. até o momento da descoberta (2014), era o coordenador de Segurança (atualmente superintendência de segurança) do Sistema Penitenciário, Jorge da Silva Perrote, substituído na época por Márcio Luis dos Anjos Rocha, cuja permanecia não ultrapassou sema...